Sacrifício de crianças



Introdução

Todo mês agente fazia o ritual do exu mirim, ou "Mojubá Yê le'gbará", o objetivo é fazer uma oferenda (ebó) de uma criança, de preferência do sexo masculino. O espírito dessa criança irá servir aos exus como exu mirim, que é exu criança”.

Este é parte do depoimento de uma ex ritualista residente no interior de Minas, hoje convertida ao Senhor. Segundo relatos, crianças são raptadas para serem oferecidas em rituais de magia negra. A “Fundação Criança”, afirma que mais de 80 mil crianças desaparecem por ano em todo o Brasil (clique e veja o link), só em São Paulo, cerca de 9 mil crianças desaparece todos os anos; nos EUA, desaparecem 2 mil crianças por dia, e na França, mais de 100crianças, o portal de notícias da Globo, o G1, afirma que por ano, mais de 90 mil crianças desaparecem na Índia (clique e veja o link), com base a mais informações, é notório que em todo o planeta terra, há desaparecimento continuo de crianças. As autoridades afirmam, muitas são partes de abusos sexuais, outras para a extração de órgãos, mas boa parte serve como parte de rituais de magia negra.

Fatos Presente

O Google apresenta cerca de 250, 000 resultados de notícias de crianças envolvidas em rituais de magia negra, entre essas notícias se destacam títulos como:






Todos os títulos acima estão linkados para poder clicar e acompanhar essas notícias, o último, apresenta um vídeo, onde tribos da Amazônia enterram crianças vivas. AVISO! NÃO ASSISTA SE VOCÊ NÃO SUPORTA ESSE TIPO DE COISA, POIS É MUITO CHOCANTE!

Mas onde surgiu, o como essa idéia de sacrificar crianças se formou na mente humana?

Os Sacrifício Humanos no Antigo Oriente Médio

Tudo começou no antigo oriente médio, um relevo numa torre, no sul da Espanha, datada em 500 a.C., descreve a horrível cena de uma criança deitada em uma tigela, prestes a ser sacrificada, sendo dedicada a um monstro de duas cabeças. Escavadores descobriram um grande cemitério sagrado, datado de 400-200 a.C., na cidade fenícia de Cartago, no norte da África. Estimam que os cartagineses queimaram mais de 20 mil urnas ali, sacrificadas a uma deidade Fenícia, todas continham os retos de uma ou duas crianças, a maioria da idade de 4 anos ou menos. Alguns autores dos séculos X ao V a.C., atestam o costume fenício de sacrificar crianças. Tertuliano, um dos pais da igreja primitiva, que viveu no norte da África, por volta de 160 a 220 d.C., confirma a prática continua do sacrifício infantil.

Os Sacrifícios Humanos em outros Povos

Na antiga religião da Escandinávia também se praticavam sacrifícios humanos.
Existem vestígios de que a Civilização Minoica praticava sacrifícios humanos. Corpos sacrificados foram encontrados em numerosos locais na cidadela de Cnossos em Creta. Um achado na Casa Norte em Cnossos numerou 337 ossos de crianças aparentemente chacinadas. É possível que o tenham sido para consumo humano, na tradição de oferendas da civilização helênica. Não há prova de ter sido uma prática disseminada pela Civilização Minoica. É possível que os sacrifícios humanos em Creta sejam casos especiais, pois em Cnossos, naquela época, ocorreu um tremendo desastre natural tectônico no local onde se acharam preservados.

 Assim, tais sacrifícios humanos poderiam ser explicados pelo desespero Minoico em face da catástrofe e não como rotina. O templo de Anemospília em Cnossos exemplifica tal opinião. Nele se encontraram vestígios do sacrifício de um adolescente, interrompido pelo colapso do templo sobre os participantes por um sismo ocorrido no momento. O mito de Teseu e do Minotauro (situado no labirinto de Cnossos) evidencia que o sacrifício humano era comum. No mito, diz-se que Atenas enviou sete rapazes e sete raparigas para Creta como sacrifício ao Minotauro. Os achados arqueológicos evidenciam que a maioria dos sacrifícios era de jovens ou crianças. Tal corrente de opinião contrasta com a corrente utópica dos minoicos divulgada pelo arqueólogo Arthur Evans.

Motivo dos Sacrifícios

Quando da morte de um rei ou membro do alto clero, realizavam sacrifícios humanos, para que o sacrificado servisse ao morto na próxima vida.  Túmulos reais escavados em Ur, Mesopotâmia, e no Egito, continham os restos de escravos, colocados ali, para atender ao ritual de acompanhamento no falecimento após a morte. Em tempos de desastres naturais, como secas, terremotos, erupções vulcânicas, maremotos, etc., seriam sinais de fúria dos deuses, os sacrifícios humanos eram a forma de acalmá-los.
Algumas civilizações da atual América Central praticavam o sacrifício humano.

Os Astecas eram um caso especial, pois praticavam tal sacrifício em grande escala; um sacrifício humano seria feito todos os dias para ajudar o Sol a nascer, em homenagem ao grande templo de Tenochtitlán, entre outros. Ter um sacrifício humano em épocas de emergência nacional, era comum, isso, na idéia deles aplacava os deuses, como o sacrifício feito pelo rei de Moabe, registrado em 2Rs 3:26, 27. Crianças também eram sacrificadas na Mesopotâmia em cerimônias nas quais as vitimas eram enterradas nos alicerces de um edifício, ou de um portão, com o propósito de dar proteção ao local.

Os Israelitas e o deus Moloque

Moloque, no hb., “o que reina”, ou “o rei”, era o nome de uma divindade adorada pelos filhos de Amon (1Rs 11:7). Em outros lugares nas escrituras, é designado pelo nome de Milcon (1Rs 11:5, 33), e Malã (Jr 49:1, 3; Sf 1:5; 1Cr 20:2). Como ao deu Baal, cujas crianças eram sacrificadas sendo queimadas vivas, em Tiro, também sacrificavam a Moloque. Alguns eruditos, argumentavam, que Moloque, não era uma deidade, mas um tipo de sacrifício, no qual as crianças eram dedicadas como prostitutas no templo; porém, as evidências bíblicas mostram claramente que Moloque era de fato um deus amonita (1Rs 11:7). 

Sabe-se que os israelitas, em algum tempo, também adotaram os sacrifícios humanos. Salomão no fim de sua vida e seduzido pelas mulheres amonitas, ergueu altares a Moloque. O rei Acaz queimou seus filhos vivos, oferecendo-os como sacrifício a Moloque (2Rs 16:3; 2Cr 28:3), o mesmo fez o rei Manassés (2Rs 21:6). O povo de Israel e Judá, também sacrificou (2Rs 17:17). Os israelitas, eram conhecidos por sacrificar seus filhos e filhas no fogo, ao deus Moloque, no vale de Ben-Hinom (2Rs 23:10; Jr 32:35). Eles os queimavam literalmente, sem pena e sem dó.

Os Sacrifícios Humanos Hoje

Existem vídeos e mais vídeos pela internet a respeito de sacrifícios humanos, muitos você pode encontrar no YouTube.

Em uma entrevista com Léo Montenegro concedida á Gabi do Portal Momento Literário
 Léo responde a seguinte pergunta: “Quando você começou a investigação e qual foi à principal motivação que o levou a escrever seu livro? Sua resposta foi de imediato: “Tive acesso as fotos da cena do crime de um ritual satânico envolvendo a morte de criança de cerca de 2 ou 3 anos de idade. Ela foi sacrificada pela própria mãe em uma ritual de magia negra e teve seu coração arrancado e em seguida foi decapitada. Isso me motivou á denunciar esses crimes que estão acontecendo em todo o mundo. O que me espantou foi que na maioria desses casos haviam jovens envolvidos e muitos deles foram criados em um berço cristão mas que com o tempo acabaram se envolvendo com o satanismo”.

Ainda hoje, muitas seitas satânicas, sacrificam crianças, muitas delas, já ganhou notoriedade na sociedade e na mídia, outras são mais secretas, mas também sacrificam humanos, e infelizmente, muitas têm por seus membros, pessoas de grande peso na sociedade, tais como lideres políticos, doutores, e toda sorte de autoridades, pessoas com grande influência no país. Clique e veja a imagem.

Os Sacrifícios Humanos Diante de Deus       

Abraão se dispôs a sacrificar seu filho Isaque, a pedido de Deus, Porém, no ultimo momento, Deus não o quis, providenciando um animal para ser sacrificado no lugar. O que Deus fez com Abraão, foi apenas prová-lo. Deus nunca aprovou o sacrifício humano (Lv 18:21), e nunca aceitou tal ação (Lv 20:1-5), condenando-os a morte por apedrejamento. Outra ocasião a respeito de sacrifício humano, que vemos na bíblia, é no caso de Jefté, um dos juízes de Israel. Jefté ia sair para a guerra, e como ele professava sua fé, unicamente no Deus dos hebreus, fez ele um voto, dizendo que se alcançasse vitória, ofereceria em sacrifício, o que saísse de sua casa ao seu encontro (Jz 11:31), Deus lhe deu a vitória, mas para sua surpresa, não foi uma ovelha, boi ou qualquer outro animal que possuísse, mas sua filha, sua única filha (Jz 11:34), diante disso, Jefté como um fiel servo, se viu na obrigação de cumprir o seu voto (Jz 11:35), mas como Deus nunca aceitou sacrifício humano, a filha de Jefté não foi imolada, permaneceu viva, mas sem poder conhecer homem algum, sem poder se casar, permaneceu virgem até a morte, acabando ali a linhagem de Jefté (Jz 11:36-39). 

Para o Deus eterno todo e qualquer sacrifício humano em rituais religiosos é tido como homicídio, e sobre seus praticantes e participantes pesa a sentença da Lei por Ele estabelecida. No judaísmo o sacrifício humano sempre foi tido como uma abominação, conduta esta que foi mantida também pelo cristianismo judaico. Já o cristianismo helênico (gentílico) absorvendo a cultura grega, passou a considerar a morte de Jesus como um sacrifício humano perfeito e agradável ao Eterno. Mas aqui vemos uma distinção do mero sacrifício humano, pois Deus já havia prometido o sacrifício de Cristo, e Jesus, não era puramente homem, mas também Deus, e não permaneceu morto, mas ressuscitou ao terceiro dia!

Conclusão

Muitas são as seitas satânicas que praticam o sacrifício de crianças, e a bíblia nunca apoiou isso, por mais que venha de tradições antigas, Deus é o mesmo, e sua lei é amor, jamais ele aceitou e aceitará tal abominação. O que temos a fazer é se firmar em Deus, para não sermos levados por essas heresias, pois muitos praticantes um dia foram cristãos. Que possamos ensinar e orar, para que essas pessoas se convertam e alcancem a salvação de Cristo.

Claudio Martins
Sacrifício de crianças Sacrifício de crianças Reviewed by Claudio Martins on outubro 08, 2014 Rating: 5

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