O Santo Sudário
Introdução
Eis um dos maiores mistérios do mundo moderno. Um desafio à ciência e à fé humana, a prova concreta da existência do homem que mais influenciou a humanidade em toda a sua história e que acumulou o maiornúmero de fiéis e seguidores de suas leis e ideias.
Tanto evolucionistas ou criacionistas crentes ou descrente, religioso ou ateu, fica estagnado quando houve falar do Sudário de Turim. Será mesmo um dos achados mais importantes da história, será uma prova realmente física da passagem de Deus, como homem sobre a terra?
O Sudário
Sudário, nada mais é do que um nome dado a um pano que antigamente se usava para limpar o suor. Frequentemente os sudários serviam como mortalha em tempos antigos. O Sudário de Turim, ou o Santo Sudário é uma peça de linho que mostra a imagem de um homem que aparentemente sofreu traumatismos físicos de maneira consistente com a crucificação. O sudário conhecido como o Sudário de Turim leva esse nome por residir na Catedral de Turim, na Itália, e isso desde o século XIV.
Uma sólida e sustentada tradição assinala como o manto que envolveu o corpo do Senhor Jesus, é uma fina peça de linho com 4,36 metros de comprimento e 1,1 metros de largura. Esse tecido, também conhecido como a Síndone, do grego σινδών, uma palavra usada no evangelho de Marcos para descrever o tipo de tecido comprado por José de Arimatéia para usar como mortalha de Jesus, pertenceu desde 1357 à casa de Saboia que em 1983 o doou ao Vaticano. 3 A peça é raramente exibida em público,4 a última exposição foi no ano 2010 quando atraiu mais de 50 mil fiéis.
O Sudário tem mexido com a fé de muitos países, há vários cristãos que acreditam que seja o tecido que cobriu o corpo de Jesus Cristo após sua morte. A imagem no manto é em realidade muito mais nítida na impressão branca e negra do negativo fotográfico que em sua coloração natural.
História
Em 544, pedaço de tecido mostrando uma face que se acreditou ser a de Jesus foi encontrado escondido sob uma ponte em Edessa. Suas primeiras descrições mencionam um pedaço de pano quadrado, mostrando apenas a face, mas João Damasceno, em sua obra anti-iconoclasta "Sobre as imagens sagradas", falando sobre a mesma relíquia, a descreve como uma faixa comprida de tecido, embora afirmasse que se tratava de uma imagem transferida para o pano quando Jesus ainda estava vivo, isto é, não seria uma mortalha, mas sim um tecido que esteve em contato com Cristo ainda vivo. Porém, em 944, quando esta peça foi transferida para Constantinopla, Gregorius Referendarius, arquidiácono da Basílica de Santa Sofia pregou um sermão sobre o artefato, que foi dado como perdido até ser redescoberto em 1004 num manuscrito dos arquivos do Vaticano. Neste sermão é feita uma descrição do sudário de Edessa como contendo não só a face, mas uma imagem de corpo inteiro, e cita a presença de manchas de sangue. Outra evidência é uma gravura incluída no chamado Manuscrito Húngaro de Preces, datado de 1192, onde a figura mostra o corpo de Jesus sendo preparado para o sepultamento, numa posição consistente com a imagem impressa no sudário de Turim. Depois disso, o sudário passou de mãos em mãos até chegar à Itália, onde está hoje, mas nunca deixou suas características originais, nem a sua influência no meio religioso.
Segundo a Medicina
Que o Santo Sudário de Turim era o negativo de uma perfeita representação completa, de frente e de trás, de um homem morto em uma cruz e depois de uma paixão brutal, sempre foi notório. Diversos médicos, estudando atentamente os claros traços da imagem, fizeram com muita precisão uma descrição dos padecimentos da pessoa impressa no manto. Entre as características principais destacavam:
- A cartilagem do nariz aparece quebrada e desviada à direita. Poderia dever-se a uma queda, pois se encontraram restos microscópicos de terra com mesmas características físicas que a de Jerusalém nela, assim como no joelho esquerdo e nas plantas dos pés.
- No lado direito do rosto aparece uma grande contusão. Os especialistas afirmam que seria produto pelo golpe de uma barra curta e redonda de entre 4 e 5 centímetros de diâmetro.
- No resto do rosto aparecem diversas escoriações especialmente na bochecha direita e a frente.
- Nas regiões que rodeiam os olhos e sobrancelhas, há chagas e contusões iguais às que produziriam socos ou pauladas. A sobrancelha direita está claramente inflamada.
- A testa mostra mais de 50 pequenas e profundas feridas que evidenciam a aplicação de uma coroa de espinhos. As manchas maiores coincidem exatamente com veias e artérias reais, quando na Idade Média se desconhecia a circulação do sangue.
- Ao longo de todo o corpo, com especial claridade nas costas podem ver-se marcas idênticas às que deixaria o instrumento que utilizavam os romanos para flagelar a um réu: o Flagrum taxillatum (objeto que não se usava na idade Média e que se conhece em nossos dias por ter sido encontrado em escavações arqueológicas). O professor Bollone pôde contar mais de 600 contusões e feridas em todo o corpo e se contam as marcas dos açoites em 120. (Ao estilo romano, pois os judeus não davam mais de 40).
- A ferida do flanco tem uma forma elíptica do mesmo diâmetro que uma lança romana: 4.4 cm x 1.4 cm. (segundo peritos em história de Roma, o fato de estar no flanco direito se explicaria pela prática romana de dar este golpe a um inimigo que protege seu coração com o escudo que leva a esquerda).
- O Dr. Judica Cordiglia, apoiado no tipo de rastro deixado pelo fluxo de sangue, demonstrou que todas as feridas foram produzidas em vida no sujeito exceto a do flanco.
- Do ponto de vista anatômico e tendo em conta que os principais antropólogos coincidem em que a imagem corresponde a de um semita, "o Homem do Santo Sudário", é a única imagem que se ajusta 100% ao que a Medicina legal considera que foi a morte de Cristo.
Segundo a Palinologia
Em 1973 o Professor Max Frei, criminologista suíço, botânico, paleólogo, diretor do gabinete científico da Polícia de Zurich e perito da Interpol, realizou uma investigação sobre o manto que concluiu com surpreendentes resultados. Frei tinha recebido o encargo de autenticar as fotografias que uma comissão científica, nomeada em 1969 pelo Cardeal Pellegrino, tinha tirado. Ao examinar atentamente o tecido notou a presença de esporos de pólen na superfície do tecido e obteve permissão para recolher umas quantas amostras. Conseguiu identificar nesta ocasião 49 espécies diferentes de esporos, que fotografou, catalogou e conservou. Os 33 esporos resultaram serem procedentes de planta exclusivas da Palestina ou Turquia. As duas terceiras partes das amostras procediam de zonas alheias a Europa, continente de onde não saiu o tecido do século XIV.
Antes de dar um juízo definitivo sobre os lugares onde, segundo a Palinologia, deveria ter estado a Síndone, para ficar "poluída" de tal modo, dedicou-se a visitar as zonas onde as investigações históricas colocavam anteriores estadias do Tecido. Frei comprovou a perfeita correspondência de espécies, conseguindo identificar 59 espécies em total. O mais peculiar é que as espécies de pólen recolhidas no tecido coincidiam com grande precisão com o caminho que a tradição assinalava para a síndone: de Terra Santa a Turquia, desta a França via os países bálticos e o norte da Itália e finalmente da França a Turim.
O Sudário e a Ciência
Em 1978, a equipe americana do STURP (Shroud of Turin Research Project) teve acesso ao sudário durante 120 horas. A equipe era composta por 40 cientistas, dos quais apenas um não era religioso, Walter C. McCrone, que se retirou logo no início das investigações. Foram realizados muitos experimentos que envolveram diversas áreas da ciência, como fotografias com diferentes tipos de filme, radiografia de raios X, raios-X com fluorescência, espectroscopia, infravermelho e retirada de amostras com fita, mas ainda não havia autorização para fazer o teste por datação carbono-14.
Durante milênios os homens tinham observado o Santo Sudário, a olho nu. As manchas de sangue, identificadas às vezes como tais indicavam que o Homem do Manto tinha sido açoitado e maltratado dos pés a cabeça, suas mãos e seu flanco direito tinham sido perfurados. Alguns diziam que era uma “pintura” de Cristo. Mas ao ver o negativo, compreendeu-se que não podia ser uma pintura (ninguém podia pintar um negativo, e nem sequer, antes do século XIX, ninguém tinha a ideia do que podia ser um negativo. Veremos mais sobre este tema, mais adiante). Cientificamente se comprovou que o sangue encontrado no Santo Sudário, se trata de sangue humano masculino de grupo sanguíneo AB –o mais comum entre a raça semítica- que segundo a investigação do DNA. Analisando o sudário por cientistas do mundo todo das mais diferentes áreas, foi constatado que o homem do sudário tinha cerca de 1,80 m de altura, forte, acostumado a longas caminhadas e uma idade estimada de 37 anos.
Após haver sido liberado para teste por datação carbono-14, em 1988, um consórcio de três laboratórios concluiu com base no método da datação, que a peça teria sido produzida entre os anos 1260 e 1390, provando assim que, o mesmo não se referia a um tecido que cobriu Jesus, mas a outro qualquer. Mas isso não aplacou com os estudiosos.
Vários estudos indicaram que o exame poderia ter sido realizado de maneira inadequada. Isso por conta do sudário, ao longo da história, ter sido manuseado sem cuidado por onde ele passou, sem falar no armazenamento inadequado nesses lugares, lembrando que ele, durante sua permanência na França, no ano 1632, foi recuperado de um incêndio. Isto não permite aos cientistas de hoje em dia datar com segurança sua origem, já que as mudanças químicas que se produzem em uma reação química como a combustão, falseiam os resultados da prova de datação com carbono -14. As controvérsias não pararam por aí, porque o microbiólogo Dr. Garza Valdez descobriu bactérias no Sudário que deturpa a datação pelo carbono. Posteriormente, em documentário do Discovery Channel o Dr. Harry Gove que foi o descobridor da tecnologia de datação de carbono - 14 reconheceu que o trabalho no Sudário foi feito sem conhecimento das descobertas de Valdez. Ainda afirmou que mesmo tentando limpar as bactérias, com a tecnologia atual, não é possível separar as bactérias do tecido e, portanto, por enquanto a datação por carbono no Sudário não é válida.
A datação correta do sudário ainda gera discussões no mundo científico, uma pesquisa publicada na revista especializada "Termochimica Acta", sugere que o manto possa ter entre 1300 e 3000 anos o que torna possível ele ter sido usado por Cristo. A pesquisa afirma que a datação anterior feita em 1988 utilizou uma parte do manto que havia sido restaurada por freiras, durante a idade média, para recompor partes danificadas do manto durante um incêndio. Segundo a pesquisa, na amostra utilizada em 1988 foi encontrada vanilina, composto produzido pela decomposição da lignina. Este composto desaparece com o tempo não podendo ser encontrado em pedaços de linho muito antigos, como não foi encontrado nas fibras dos pergaminhos do mar Morto e outros pedaços de linho muito antigos. Como este composto não foi encontrado no restante do sudário a pesquisa concluiu que o sudário é muito mais antigo do que foi deduzido anteriormente. Com o fim de determinar o modo como à imagem se imprimiu no manto, mais de 1000 investigações científicas das mais diversas especialidades foram realizadas e lhe tomaram 32,000 fotografias. Estas investigações têm feito do Santo Sudário a relíquia mais estudada da história.
O Santo Sudário e a Igreja
Há mais de um século que o Sudário de Turim, vem sido encarado pela fé cristão como o manto que cobriu Jesus depois de sua morte. Até então, isso se restringia a fé, mas agora, com o avanço da tecnologia e pesquisas e estudos recentes, a lógica tem entrado em cena. O doutor Pierre Barbet, cirurgião do Hospital de São José, em Paris, é quem fez até agora o estudo medico mais completo da paixão de Cristo, conforme se deduz do Santo Sudário. Fazendo isso, ele chegou as seguintes conclusões:
a) Lesões sofridas na via crucis
Barbet descobre no Santo Sudário lesões provocadas pelas quedas de Jesus na via crucis. São chagas no joelho, sobre tudo no direito. Esta ultima apresenta escoriações de forma e tamanho diverso, de bordas recortadas e situadas exatamente na região rotuliana. Para cima e fora se observam duas chagas redondas de dois centímetros de diâmetro. As lesões são menos evidentes e numerosas no joelho esquerdo.
Os traços da cruz sobre as costas, acusam-se com nitidez na imagem dorsal da silhueta da relíquia. Sobre o ombro direito, na parte externa da região supraescapular, é visível uma extensa zona escoriada para baixo e dentro, que oferece a forma de um retângulo de 10 centímetros de comprimento por 9 de largura. Mas abaixo na região escapular, observa-se outra zona escoriada que apresenta os mesmos caracteres (forma redonda com um diâmetro de 14 centímetros), exatamente situada na região subescapular, na ponta da omoplata esquerda.
b) Topografia das chagas das mãos
A mercê das observações do professor Barbet sobre o Santo Sudário, completadas em seguida com detidas experiências anatômicas, pôde-se localizar a topografia exata das chagas que produziram os pregos nas mãos de Jesus ao ser crucificado.
Os pregos não atravessaram a palma, como vulgarmente se acredita, mas sim o carpo ou região do pulso, isto é, a munheca, precisamente pelo espaço livre, chamado de Destot, limitado pelos ossos semilunar, piramidal, grande e ganchoso. Em efeito, no Santo Sudário, se descobre na mão esquerda, que é a mais visível, uma chaga redonda muito nítida, na altura do carpo, da qual parte um reguero de sangue que se irradia obliquamente para cima e para a direita até alcançar a margem cubital do antebraço.
c) A lançada e a chaga do flanco
É crença muito comum o de situar o coração à esquerda do tórax, mas esta localização não é exata. O coração ocupa uma posição média e anterior e repousa sobre o diafragma, detrás dos pulmões e do peitilho ósseo esternocostal, no mediastino anterior. Só sua ponta fica situada nitidamente à esquerda, enquanto sua base supera pela direita o esterno.
Certamente como consequência daquela opinião popular que se localiza o coração à esquerda do peito existe uma tradição de opiniões que colocam o golpe de lança como atirado no flanco esquerdo de Jesus. Nem todas, entretanto. São Agostinho, por exemplo, fala em A Cidade de Deus de latere dextro, flanco direito, e deste modo São Francisco de Assis. Segundo Barbet, o Santo Sudário veio a elucidar com seu objetivo testemunho este problema, como tantos outros. A silhueta do tecido, com a manifestação clara da ferida, prova que o cadáver de Cristo sofreu a lançada no esterno direito e não no esquerdo.
Observasse assim na imagem anterior do manto um enorme coagulo de sangre no lado direito, que se estende para cima uns seis centímetros e descende em uma dimensão de 15. Sua margem interna aparece dentada com recorte arredondado. Esta mancha de sangue ressalta no manto, visto a pleno dia, por sua tonalidade carmim. A parte superior do coagulo, a mais próxima à chaga, é a mais espessa e a mais larga, e nela se distingue nitidamente um rastro oval, que é evidentemente a estampagem da chaga do flanco. Esta chaga mede 4,4 centímetros de comprimento por 1,5 de largura.
Barbet deduz que a ferida foi aberta por uma lança atuada por um soldado de infantaria do chão, a qual penetrou pelo quinto espaço intercostal direito, atravessou a pleura e o pericárdio e feriu a aurícula direita. O sangue que broto da lançada provinha de dita aurícula, e a água, do pericárdio, por virtude da agonia extraordinariamente penosa do Salvador.
Dados Interessantes
1- A imagem do Sudário se dá em negativo, ou seja, as partes mais escuras ficaram claras e as claras escuras, como no negativo de uma fotografia sendo que tanto à 2000 anos como na idade média a fotografia era totalmente desconhecida.
2- Não se encontrou nenhum indicio de pintura ou reação química no Sudário. A imagém é meramente superficial não atingindo o tecido profundamente.
3- A imagem do Sudário é tridimensional. Quer dizer, se associarmos as partes claras uma distancia menor e as partes escuras, uma distancia maior, é possível ver o relevo de um corpo humano de forma perfeita. NUNCA outra imagem apresentou isso.
4- A imagem do Sudário é perfeitamente proporcional e não deformada o que mostra que não foi feita por contato direto. A ideia de se passar alguma substância num cadáver para ver se ocorre uma impressão esta completamente eliminada.
5- O homem do Sudário aparece coroado de espinhos, com uma ferida de lança ao lado idêntica a usada pelas lanças dos soldados romanos na época e com as pernas não quebradas. Somando a isso o fato de simples condenados a cruz em geral não serem sepultados em sim jogados numa cova afasta completamente a hipótese de ser outro crucificado que não Jesus.
6- O Sudário mostra que o homem que nele aparece foi crucificado pelos pulsos. Na idade média devido a problemas de origem linguística no evangelho acreditava-se que Cristo tivesse sido crucificado pelas palmas das mãos. Sabe- se hoje pela anatomia que as pessoas eram crucificadas com o prego passando pelo espaço de Destot e quando isso ocorre o polegar encolhe conforme está no Sudário. Esse conhecimento de anatomia não existia na idade média.
7- O tecido do Sudário é composto de fios de linho com traços de fibra de algodão do tipo Gossypium herbaceum que muito cultivado no I século no oriente médio não existe na Europa.
8- Foram achados 33 tipos de pólen de plantas que só crescem na Turquia e na região de Jerusalém confirmando que o Sudário esteve em Jerusalém e em Constantinopla.
9- Os judeus do tempo de Jesus tinham o costume de colocar moedas sobre os olhos do defunto. Exames avançados do Sudário confirmaram isso na imagem e permitiram até identificar quais eram as moedas.
10- Nos primeiros séculos Jesus Cristo era representado em imagens de varias formas. Havia duas predominantes, uma com cabelo curto e sem barba outra com cabelos longos e barba. A partir do século VII aconteceu algo que fez com que somente a imagem de Jesus com barba continuasse sendo usada. Isso seria logo após a descoberta do Sudário em Edessa que supostamente teria influenciado as imagens.
11- O exame de C14 já falhou varias vezes datando como morta a milhares de anos uma árvore ainda viva e datando com mais recentes amostras de antiguidade conhecida.
12- Até hoje, com toda a tecnologia que se tem ninguém jamais conseguiu reproduzir uma imagem semelhante a do Sudário.
Conclusão
As primeiras referências a um possível sudário surgem na própria Bíblia. O Evangelho de Mateus (27:59) refere que José de Arimateia envolveu o corpo de Jesus Cristo com "um pano de linho limpo". João (19:38-40) também descreve o evento, e relata que os apóstolos Pedro e João, ao visitar o túmulo de Jesus após a ressurreição, encontraram os lençóis dobrados (Jo 20:6-7). Embora depois desta descrição evangélica o sudário só tenha feito sua aparição definitiva no século XIV, não restam duvidas de que o mesmo, muito se caracteriza, com sídone de Jesus. As características do Santo Sudário levam muitos estudiosos, cristãos ou não, a acreditar que o mesmo é a de Jesus Cristo. Por ser muito antigo, por ter polens de flores da Mesopotâmia, por se referir a um homem de idade igual que foi crucificado, e também suas feridas que se associam e muito as descritas na bíblia sagrada, além disso, muitas outras referências são pautadas pelos cientistas, que mesmo não acreditando em Deus, se estremece diante de um “simples” tecido.
Claudio Martins
O Santo Sudário
Reviewed by Claudio Martins
on
outubro 08, 2014
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